Presenças do 10º Encontro do Círculo de História Atleticana

Tema:
A história da Torcida Organizada Os Fanáticos – 1ª parte (continuação)

Organização:

Milene Szaikowski

Convidados:
Renato Sozzi
(Presidente da Fanáticos entre 1979 e 1994)

Prof. Heriberto Ivan Machado
(Historiador do Clube Atlético Paranaense)

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Demais participantes:

Américo Agostinho R. Walger (Vespúcio)
Cristian Aguiar
Daiane Eliza Milan
Erani Regina Albuquerque
Fábio di Stefano
Felipe dos Santos Silva
Guilherme Caldas dos Santos
Karin Regina da Silva
Patrick Marcel Silveira
Paulo Roberto Perussolo
Roberta Caroline Salles
Rogério Michailev

Participantes do 10º Encontro do Círculo de História Atleticana

ENCONTRO ADIADO PARA PRÓXIMA TERÇA 15/12

O encontro do Círculo de História Atleticana que aconteceria hoje precisou ser adiado para a próxima terça-feira, dia 15/12. Infelizmente nosso convidado Renato Sozzi teve imprevistos e não pode comparecer hoje.

Seguem os dados do encontro da próxima semana:

Data: 15/12/2009 (terça-feira)
Horário: das 19 às 22 horas
Local: Artha - rua Mateus Leme, 2823 – São Lourenço

Tema:
A história da Torcida Organizada Os Fanáticos – 1ª parte (continuação)

Devido a forte chuva tivemos que interromper o encontro passado e por isso haverá a continuação agora, ainda com o Renato Sozzi.

Convidados:

Renato Sozzi
(Presidente da Fanáticos entre 1979 e 1994)

Prof. Heriberto Ivan Machado
(Historiador do Clube Atlético Paranaense)

Confirmação de presença:

Para participar do encontro é indispensável a confirmação de presença por e-mail (circuloatleticano@yahoo.com.br) até 14/12/09, véspera do encontro.

As vagas são limitadas. Não há custo para participação.

Presenças do 9º Encontro do Círculo de História Atleticana

Tema:
A história da Torcida Organizada Os Fanáticos – 1ª parte

Organização:

Milene Szaikowski

Convidado:
Renato Sozzi
(Presidente da Fanáticos entre 1979 e 1994)

Devido à chuva, o encontro terá a continuação em dezembro.

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Demais participantes:

Andréa Broto
Fabio Di Stefano
Felipe Guimarães Moura
Felipe dos Santos Silva
Genipaula Weter Lourenço
Henrique Cardoso dos Santos
Marlon Allan Camargo Szaikowski
Nelson Rosario de Souza (Carneirinho)
Rafael Luís Macedo
Rafael Santos
Roberta Caroline Salles

9º Encontro do Círculo de História Atleticana

Data: 19/11/2009 (quinta-feira)
Horário: das 19 às 22 horas
Local: Artha - rua Mateus Leme, 2823 – São Lourenço

Tema:
A história da Torcida Organizada Os Fanáticos – 1ª parte

(Este será o primeiro encontro de uma série de 5 encontros alternados sobre as torcidas organizadas atleticanas.)

Convidados:

Renato Sozzi
(Presidente da Fanáticos entre 1979 e 1994)

Prof. Heriberto Ivan Machado
(Historiador do Clube Atlético Paranaense)

Confirmação de presença:

Para participar do encontro é indispensável a confirmação de presença por e-mail (circuloatleticano@yahoo.com.br) até 18/11/09, véspera do encontro.

As vagas são limitadas. Não há custo para participação.

Presenças do 8º Encontro do Círculo de História Atleticana

Tema:
O título brasileiro de 2001

Milene Szaikowski
Organização do Círculo de História Atleticana

CONVIDADO:

Prof. Heriberto Ivan Machado
Historiador do Clube Atlético Paranaense

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Demais participantes:

Alessandro Santin Miró
Arnaldo Stier Junior
Cezar Henrique Galhart
Henrique Cardoso dos Santos
José Gustavo Meneghel Rando
Karin Regina da Silva
Patrick Marcel Silveira
Paulo Roberto Perussolo
Rafael Vinícius Santos
Rogério Michailev

Participantes do 8º encontro

Participantes do 8º encontro

Participantes do 8º Encontro

Participantes do 8º Encontro

8º Encontro do Círculo de História Atleticana

Data: 15/10/2009 (quinta-feira)
Horário: das 19 às 22 horas
Local: Artha - rua Mateus Leme, 2823 – São Lourenço

Tema:
O título brasileiro de 2001

Convidado:
Prof. Heriberto Ivan Machado

Confirmação de presença:

Para participar do encontro é indispensável a confirmação de presença por e-mail (circuloatleticano@yahoo.com.br) até 14/10/09, véspera do encontro.

As vagas são limitadas. Não há custo para participação.

Memória Paranaense

A locadora Cinevídeo1 (primeira de Curitiba) conta com um mini-auditório onde frequentemente são exibidos excelentes filmes, gratuitamente. Neste início de outubro, a Cinevídeo1 exibirá filmes sobre o futebol paranaense.

As exibições tem início às 19 horas, com entrada franca, mediante retirada de senha na recepção. O auditório tem apenas 25 lugares.

Segue a programação dos jogos memoráveis do Atlético:

01/10 – Atletico Campeão Paranaense de 1988

04/10 – Atletico 2 x 0 Flamengo (1983)

06/10 – Atletico – Campeão Brasileiro (2001)

Mais informações:

Horário: 19h
Local: Instituto Cultural Cinevídeo1 – Auditório Kastrup
Rua Padre Anchieta, 458 – Mercês
Ingresso: Gratuito
Reservas:
(41) 3223-4343

A progamação completa você confere aqui.

Lolô Cornelsen no Paraná TV

Vídeo com o arquiteto e ex-jogador do Atlético exibido no Paraná TV 1ª edição no dia 18/08/09.

No vídeo Lolô fala de quando jogou no Atlético e dos projetos que fez de estádios e autódromos.

O vídeo completo está no site do Paraná TV.

Presenças do 7º Encontro do Círculo de História Atleticana

TEMA:
A história de Lolô Cornelsen no Atlético Paranaense

Milene Szaikowski
Organização do Círculo de História Atleticana

CONVIDADOS:

Prof. Heriberto Ivan Machado
Historiador do Clube Atlético Paranaense

Infelizmente o convidado Lolô Cornelsen não pôde estar presente.

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Demais participantes:

Cezar Henrique Galhart
Gustavo Portes
Henrique Cardoso
Marlon de Carvalho
Nelson Rosário de Souza
Patrick Marcel Silveira
Paulo Roberto Perussolo
Rafaela Bettes Samways

A história do hino atleticano

Professor Heriberto nos conta como foi a primeira vez que o hino do Atlético foi cantado.

“Na festa do título, em 26 de janeiro de 1944, no Cassino Ahú, em todas as mesas eles colocaram uma cartolina em vermelho e preto que tinha o distintivo do Atlético. A cartolina era dobrada, em cima do lado esquerdo tinha uma paródia de Manolita (que era uma música famosa da época) e no lado direito, Hino Rubro-Negro.

Foi a primeira vez que se tornou oficial aquele hino que o Zinder Lins fez e que cantavam em ritmo de tango com os amigos campeões desde os anos 30. Então a paródia de 43 foi feita por J. S. Cibelli, o mesmo que fez a melodia do hino que depois verificaram que era um plágio do hino americano e que tiveram que modificar. Em 1968 quando mandaram fazer o disco, tiveram que mudar a estrutura da música*. E fala exatamente da final, o Atletiba, que o Atlético ganhou os dois jogos por 3×2 do Coritiba, em 1943.”

*Nota do Círculo de História: A modificação da música do hino foi feita por Genésio Ramalho junto com a redução da letra original.

Cireno canta um trecho daquela paródia:

“Coritiba reconheça
Os Campeões de 43.
Por duas vezes de 3 a 2
Nosso onze abateu vocês
Coritiba reconheça
Os Campeões de 43.”

Prof. Heriberto continua:

“Vocês viram como era o hino em 43 e 44? Era esse ritmo, era essa a música do hino, era um pouquinho mais lenta, ele cantou um pouquinho mais rápido, mas era exatamente aquele compasso do hino norte-americano.”

Cireno complementa:

“Mas esse do Cibeli tinha 24 ou 26 versinhos.”

Prof. Heriberto continua:

“Está aqui, vou continuar lendo pra vocês.”

“O grande arqueiro atleticano
Nem o pênalti o vence.
E tem o porte soberano
De campeão paranaense.”

(Caju pegou o pênalti do Altevir)

“O nosso onze resoluto.
Lutou com raça e padrão.
E é o campeão absoluto.
Desta quinta região.

Como a vida é transitória
A onça escolheu morada
Abandonou o Alto da Glória
E foi morar lá na Baixada

Vibra hoje a nossa gente
Com a grandiosa façanha
Do incansável presidente
Capitão Maneco Aranha.”

Cireno comenta:

“O J. Cibelli era um repentista gaúcho meio bebum, ele era amigo de infância lá das fazendas dos Aranha.”

Prof. Heriberto cita agora a paródia da música Manolita que era famosa na época:

Paródia da Manolita

“Era uma vez uma faixa
de campeão que se rasgou
Era uma vez uma taça
de um campeonato que já findou

A cigana não foi tão leal
com o Major e seu charuto
O Aranha é que era o tal,
pois na vitória foi mais astuto.

O Cardoso, speacker,
até emudeceu.
De noite na rádio,
não apareceu.

Alsa, alsa Coritiba
Teu recurso é chorar
Chora mais um bocadinho
Chora e torna a chorar

Alsa, alsa Coritiba
Vai tua mágoa espalhar
Chora mais um bocadinho
Enquanto nós vamos cantar

Viva essa raça pujante
Que só emprega o coração
Quando em luta, gigante
Sempre se torna o campeão

O Caju, general vatutin
O timochenco é o Aranha
Com uma dupla tão forte assim
O CAP conquistou fama

Rubro-negro tem sangue na
Veia e no pulso
Este sangue é enxertado
Com sangue de russo”

No final da cartolina havia uma nota com os seguintes dizeres:

Nota:
Tire três cópias e mande para três coritibanos, eles terão um peso incalculável e perderão novamente o campeoanto de 1944.

E na mesma cartolina havia o hino oficial do Atlético antes da redução dos versos, como pode se ler abaixo.

Hino do Atlético

Atlético, Atlético!
Conhecemos o teu valor
E a camisa rubro-negra
Só se veste por amor!

Vamos marchar sempre entoando
Esta gloriosa canção
E no peito ostentando
Nosso amado pavilhão

O Coração do Atleticano
Deve estar sempre voltado
Para as glórias do presente
E os feitos do passado

A tradição da nossa raça
Nos legou um sangue forte,
Rubro-negro não tem jaça
E não teme a própria morte.

A flâmula vermelha e preta
Representa um esplendor
Todos cá desta Baixada
A defendem com amor.

É por isso e mais por isso
Que ecoa de Sul a Norte
Todos os homens rubro-negros
Descendem de raça forte.”

Professor Heriberto conclui:

“Essa é a história do hino atleticano que pela primeira vez foi oficialmente cantado na festa do título de 43, no Cassino Ahú.”

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Ouçam este trecho do 6º Encontro do Círculo de História Atleticana no vídeo abaixo: