O árbitro que apanhou

Em 1968, o Atlético fez uma excelente campanha no Robertão, coisa que incomodou o pessoal do eixo. Então começaram a arrumar uns juízes pra segurar o Atlético.

Vejam o que o prof. Heriberto contou:

“José Assis de Aragão, árbitro do jogo contra o Atlético-MG, meteu a mão no Atlético. Fizemos 1×0 e o Aragão começou a meter a mão, final do jogo 3×2 para o Atlético Mineiro, com gols impedidos e pênaltis que o juiz inventou. Quando o jogo acabou, o nosso técnico pegou a mesa da federação e quebrou nas costas do juiz e o pau comeu solto.

Depois do jogo, Aragão foi para o Clímax Hotel, na Dr. Muricy, que era onde todo mundo ficava naquela época.  Mário Celso Cunha junto com o Miguelito*, foram ao hotel, vestidos de garçom, bateram à porta do quarto do Aragão. Os dois moeram o Aragão de porrada, bateram tanto que arrebentaram com ele. E disseram pra ele: ‘Se você for homem, agora você vai dar queixa na polícia. E se for homem, você vai escrever na súmula tudo o que aconteceu no Durival Brito e Silva. Nós queremos ver essa súmula na CBF se você for homem.’ E o vagabundo, apanhou no estádio e no hotel, e mesmo assim não escreveu uma vírgula sequer na súmula. “

*Miguelito era um argentino que era atleticano doente. Foi ele que inventou aquela camisa do Atlético parecida com a do River Plate, em 1973. Mas só usaram essa camisa num jogo amistoso, que o Atlético perdeu, então disseram que a camisa não dava sorte e nunca mais usaram.

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