A grandeza da história do Atlético

Todos os encontros do Círculo de História Atleticana tem sido pra mim e para os demais participantes uma grande aula da história do Atlético. Conhecer de perto as pessoas que viveram diversas épocas do Atlético e ouvir suas histórias é simplesmente fantástico. Até então eu não podia dimensionar o que é conhecer pessoas como Cireno Brandalize, Nilo Biazetto e Carlos Roberto Antunes dos Santos. Pessoas que viveram e vivem o Atlético de tal forma que nos fazem entender o porquê de sermos tão apaixonados por esse clube. Graças ao seu legado é que somos Atleticanos.

Cireno Brandalize é uma figura extraordinária, foi um excelente jogador, era diferenciado, não é à toa que estava no Furacão 49. Além disso, do alto dos seus 86 anos ainda tem uma memória excepcional, lembrando-se até hoje de lances que protagonizou vestido a camisa do Atlético e até mesmo de datas de jogos. Quem esteve no 6º encontro saiu encantado com as histórias e o humor do nosso eterno ponta-esquerda.

Nilo Izidoro Biazetto, o zagueiro e capitão do Furacão é um gentleman, homem educado e de grande estirpe, com certeza desenvolvou muito bem a função de capitão. Ainda há pouco tempo foi Presidente do Conselho Deliberativo do Atlético, algo de que muito se orgulha. Tem uma família inteiramente atleticana.

Carlos Roberto Antunes dos Santos, ex-reitor da Universidade Federal do Paraná, filho do grande técnico Motorzinho. Acrescentou muito ao debate mostrando não só os fatos pela ótica de filho de Motorzinho, como também de professor de História que é até hoje. Motorzinho foi o grande articulador do Furacão. Graças a seu estilo inovador é que o Atlético de 1949 tornou-se o time mais comentado da história do futebol paranaense.

Além disso, Carlos Antunes jogou no time juvenil do Atlético e foi bicampeão no início dos anos 60. Time este que contava com futuros craques como Alfredo Gottardi e Raul Plasmann. Carlos Antunes era ponta-esquerda e também era chamado de Motorzinho, como seu pai.

Todos eles atleticaníssimos, pessoas que vivem o Atlético, até hoje, da mesma maneira que viveram há anos na época do Furacão.  E neste ano em que o Furacão 49 completa 60 anos, este encontro foi uma bela homenagem ao Atlético e aos Atleticanos.  Mostrando que grande orgulho é para o Atlético ter sua história escrita pelas figuras acima.

Milene Szaikowski

Bassetti (participante), Nilo Biazetto, Milene, Cireno, Carlos Antunes e Robinson Brandalizze (filho de Cireno)

Bassetti (participante), Nilo Biazetto, Milene, Cireno, Carlos Antunes e Robinson Brandalize (filho de Cireno)

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